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13-Mar-2014 09:30

Videomonitoramento e GM custarão R$ 350 mil

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Quando implantado em sua totalidade, o projeto de videomonitoramento e criação da Guarda Municipal em Votorantim custará R$ 350 mil mensais aos cofres públicos. Só a primeira fase, com a instalação de câmeras de segurança no entorno das 45 escolas da rede municipal - que devem operar em cerca de 20 dias - representa um gasto imediato de R$ 170 mil mensais. O contrato com o Grupo Única, vencedor da licitação para operar a fase inicial do projeto, foi assinado em cerimônia na manhã de ontem. Não é somente a gravação. Haverá técnicos acompanhando as imagens para proteção do patrimônio e a possibilidade de ação imediata, inclusive de prisões em flagrante, comentou o prefeito Carlos Augusto Pivetta.

Na prática, as escolas municipais que foram mapeadas terão todo o seu entorno monitorado por câmeras, cujas imagens serão acompanhadas por uma central, já em operação. A quantidade total de equipamentos a serem instaladas não foi divulgada, já que cada unidade, de acordo com seu tamanho, necessitará de um número maior ou menor de câmeras. Se um gato pular o muro da escola, isso terá que ser filmado, brincou Pivetta. O sistema será capaz de acompanhar, dentre outras coisas, a circulação de ambulantes, a presença de pessoas estranhas, ações envolvendo o tráfico de drogas nas imediações das escolas e comércios que realizem algum tipo de aliciamento de menores. O prefeito fez questão de destacar que o projeto, apesar de estar vinculado, num primeiro momento, à educação, ajudará a aumentar a segurança em toda a cidade. Temos unidades em todos os bairros. Um bom exemplo é a escola ‘Helena Pereira de Moraes, o Parcão. As câmeras lá ajudarão a monitorar a avenida, o terminal de ônibus. O contrato com o Grupo Única prevê a atuação de 16 vigilantes habilitados - com apoio de quatro motos e um carro - e quatro profissionais para acompanhamento do monitoramento na central. Na prática, é um serviço privado, como se fosse a guarda municipal, já circulando na cidade, disse Pivetta.

 O projeto completo de segurança lançado pela Prefeitura de Votorantim terá, ainda, outras duas fases - além da implantação da Guarda Municipal, inicialmente com 30 soldados. A primeira delas, já em processo de licitação a ser encerrado em novembro, prevê a colocação de radares inteligentes pelas ruas da cidade que, além de monitorar velocidade e evasão de sinal vermelho, também poderão, integrados à central, identificar a passagem de veículos que tenham sido roubados na região. Para complementar, Pivetta pretende instalar câmeras também próximas a estabelecimentos comerciais. Mas isso só será feito depois do início da atuação da GM, que poderá dar resposta às ocorrências.

Responsabilidade de quem?

Pivetta aproveitou a assinatura do contrato para implantação das câmeras nas escolas para criticar a atuação do Estado em relação à segurança pública. Infelizmente, a segurança pública é uma das premissas do governo estadual, mas o município está fazendo esse alto investimento. Questionado sobre o porquê da administração municipal não incluiu as 11 escolas da rede estadual no videomonitoramento, Pivetta foi enfático. É uma questão de priorizar. Se tivesse recursos para chegar em outros pontos, como postos de saúde, por exemplo, eu chegaria. Eu também preciso de câmeras em outros patrimônios do município, que eu não tenho falou.

Para o tenente-coronel Aldemar Fernando Belloti, comandante do 40º Batalhão da Polícia Militar, as parcerias para aprimoramento da segurança pública são importantes. As ações de combate à criminalidade não são isoladas por parte da PM e Polícia Civil. A segurança pública é uma corrente formada por vários elos. E quanto mais houver a participação nesta corrente, maior será a sensação de segurança. O videomonitoramento é uma ferramenta importantíssima, comentou. Não há dúvidas que as câmeras irão inibir a criminalidade e que os índices serão menores. As imagens serão de vital importância para solucionar os crimes, finalizou o delegado Carlos Augusto Marinho Martins, titular da Polícia Civil.

Videomonitoramento e GM custarão R$ 350 mil
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